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Curiosidades sobre o Filme Jesus


Eu, Antonio Francisco, gosto muito desse filme, ele me faz muito bem. Por isso, o recomendo a todos. O Filme JESUS foi filmado em Israel, exatamente nos lugares citados pela Bíblia. Seu elenco contou com mais de 5.000 israelitas e judeus e cada palavra de Jesus foi extraída do Evangelho de Lucas por ser considerado o mais completo dos Evangelhos. O filme é um longa-metragem de 2 horas e é reconhecido como a mais exata representação da vida de Cristo nunca antes apresentada num filme. Todo conteúdo dos textos do Filme é 100% fiel às Sagradas Escrituras!” Esse é um filme de acordo com o texto bíblico.

O Filme já foi traduzido para mais de 1.050 línguas, com uma nova linguagem sendo adicionada quase toda semana. Isso leva a Palavra de Deus às pessoas em mais de 220 países, em seus próprios idiomas. Através da graça de Deus ele está produzindo uma colheita espiritual de resultados sem precedentes. Segundo o Dr. Stephen Steele, ex-CEO da Dawn Ministries (c. 2001): “Três quartos de todas as igrejas fundadas na última década em todo o mundo, usou JESUS – O Filme para sua implantação”.

Pesquisadores, arqueólogos, historiadores e teólogos foram consultados. Foram 5 anos de cuidadosa investigação e preparação antes das filmagens acontecerem nas regiões originais das passagens bíblicas em Israel. Oficinas especiais fizeram as reproduções de cerâmicas, ferramentas e roupas do primeiro século. Reunir o elenco de atores para esta representação dramática da vida de Jesus exigiu uma busca intensa, especialmente pelo homem que iria representar a pessoa de Jesus. Para que os rostos fossem mais autênticos, os 45 atores principais e quase todos os 5.000 “figurantes” foram selecionados das pessoas que viviam no Oriente Médio. O papel principal de Jesus, entretanto, foi para Brian Deacon da renomada Companhia Royal Shakespearean. Deacon foi escolhido em mais de 1.000 atores por causa da maneira simples, mas reverente em relação ao Senhor Jesus. JESUS – “É o filme mais traduzido e mais exibido em toda história. A razão do seu sucesso está ligado à sua autenticidade, exatidão e atenção aos detalhes”.

A história de JESUS contada por crianças que teriam vivido na mesma época em que Ele viveu. Em meio à multidão, elas O acompanham e veem Jesus sendo traído crucificado e ressuscitar. Este filme é apreciado tanto por crianças quanto por adultos.

Quando era um jovem cristão, em 1947, Deus deu a Bill Bright um forte desejo de produzir um filme sobre a vida de Jesus. Esse sonho esperou mais de trinta anos até ser concretizado. O filme foi dirigido por um judeu – John Heyman, conceituado produtor de Hollywood.

O livro “Eu vi a Jesus”, escrito por Paul Eshleman conta a história do filme e mostra fatos interessantes das filmagens e da exibição do mesmo ao redor do mundo. Algumas das cenas exigiam a presença de pelo menos dois mil homens barbados. Seria necessário um exército de maquiadores para colar barbas em todos aqueles queixos. Para evitar isso, o assistente de produção, Omri Maron, convenceu a muitos dos lavradores judeus das imediações a deixarem sua barba crescer. Tudo foi planejado e trabalhado em detalhes. Trinta carpinteiros, retocadores, pintores e aparelhadores compunham a equipe que iniciou a construção do enorme ambiente do templo. Para assegurar a autenticidade, decidiu-se que somente roupas feitas à mão seriam usadas, e que seriam tingidas somente nas trinta e cinco cores conhecidas naquela época. Depois disso a roupa era “envelhecida” para parecer ao máximo à realidade da época.

Brian Deacon, o ator que representava Jesus, pegou pneumonia durante a filmagem da cena do batismo porque a pomba não pousava de jeito nenhum em seu ombro. Ele ficou de pé na água gelada até à sua cintura durante duas horas, enquanto homens sobre escadas lançavam pombas em sua direção. Tentaram colocar alpiste em seus ombros, mas as pombas ou pousavam em sua cabeça ou ficavam de costas para a câmera. Duas pombas se afogaram e noventa minutos de filme foram gastos antes que um ator resoluto pousasse em seu ombro.

Bob Lawrence, o diretor de maquiagem, demonstrou sua criatividade na cena onde Pedro corta fora a orelha do servo do sumo-sacerdote. Na preparação da cena, ele cobriu os cabelos do ator com algo parecido com uma touca de banho. Aí, ele pintou ao lado, algo parecido com os restos de uma orelha cortada. Colou sobre a pintura uma orelha artificial, e inseriu sob a touca um tubo fino ligado a um recipiente de plástico com o líquido vermelho. Ele terminou a preparação, colocando no ator uma peruca completa e barba para cobrir a touca e o tubo e amarrou um pedaço de linha de pesca à orelha falsa.

Quando a cena foi filmada, Pedro investiu contra o servo, golpeando o ar com sua faca. Neste preciso momento, alguém puxou a linha de pesca e o ator comprimiu o recipiente de plástico que estava escondido em sua mão. A orelha caiu no chão, e um líquido vermelho convincente jorrou do lado de sua cabeça. Muito trabalho para uma cena de dois segundos, mas muito eficiente. Os olhos acurados de John paravam as câmeras para apagar da poeira a marca da sola de um tênis.

Gostei de ler sobre o ator que representou Jesus morto – Marc. Ele tinha se desligado da universidade, vagava pela Europa, tentando “encontrar-se” quando passou a compor a equipe quatro meses depois das filmagens em busca de emprego. Ele foi contratado apenas para carregar cavaletes. No terceiro dia de trabalho, ao ler o “script” do filme, Marc leu naquela noite em seu quarto no hotel todo o Evangelho de Lucas e abriu o coração para Deus. No final daquela semana Marc se voluntariou para fazer o papel de Jesus morto em cenas da ressurreição. Ao entrarem no túmulo derrubaram o corpo de Marc de cabeça. Ele gemeu de dor lá dentro das cobertas, mas disse que estava bem. Depois de vários ensaios e algumas horas a cena foi concluída. O que ninguém sabia era que durante aquela cena, algo havia acontecido àquele corpo que mudaria a sua vida para sempre. Meses depois Marc escreveu para o diretor de uma Universidade Bíblica onde estudava para ser um pastor.

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